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28 de abril de 2026

Em Alagoas, inadimplência atinge mais de 880 mil, aponta Serasa

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Inadimplência atinge mais de 880 mil em AL, aponta Serasa

A inadimplência em Alagoas atingiu 883.782 pessoas no mês de março, de acordo com levantamento da Serasa. A pesquisa aponta que o montante de dívidas dos alagoanos é de R$ 2,943 bilhões. São 2.780.006 dívidas no estado. O tíquete médio de dívida por inadimplente chega a R$3.331,09 e o tíquete médio por dívida a R$ 1.059,00.

Na comparação com outros estados do Nordeste, o ticket médio de dívidas dos alagoanos é o quarto maior da região, menor somente que o registrado no Rio Grande do Norte, na Paraíba e em Pernambuco.

Principal motivo do endividamento dos alagoanos são contas básicas como água, energia e telefone, que correspondem a 39,20% do total.

Logo após aparecem os gastos com bancos e cartões, com 28,80% e varejo com 8%. O comprometimento da renda com gastos básicos em Alagoas é o mais alto do Nordeste.

Em todo o Brasil, pelo segundo mês consecutivo, a inadimplência bateu recorde no país, chegando a 65,69 milhões de pessoas.

Segundo o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas no Brasil, elaborado pela Serasa, no mês de março o número de endividados subiu 0,81% em relação a fevereiro, o número não atingia este patamar desde o começo da pandemia, em abril de 2020.

A soma de todas as dívidas cresceu 0,91% em relação a fevereiro, atingindo o total de R$ 265,8 bilhões, superando em R$ 7,5 bilhões o montante registrado no pico da pandemia, em 2020. O valor médio da dívida de cada inadimplente também aumentou 0,10%, alcançando R$ 4.046,31, equivalente a quase quatro salários-mínimos.

Com relação aos segmentos, as finanças dos brasileiros permanecem comprometidas com bancos e cartões, que representam 28,17% das dívidas em março.

Na sequência vem as utilities (contas básicas, como água, energia e gás), com 23,21%, contra 23,2% em fevereiro. Já as contas em Varejo seguem em terceiro lugar, tendo aumentado de 12,40% (fevereiro) para 12,62% em março.

Entre os inadimplentes, o maior número está na faixa etária dos 26 a 40 anos (35,2%), seguida pela faixa de 41 a 60 anos (34,9%). As mulheres (50,2%) apresentaram uma pequena diferença entre os endividados com relação aos homens (49,8%).

Fonte: Gazeta Web
Foto: Hugo Barreto
Metrópoles

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