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28 de abril de 2026

Operação desarticula grupo suspeito de desviar mais de R$ 30 milhões dos cofres públicos em Alagoas

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Mandados de busca e apreensão da operação Gambito da Rainha foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (2). (Foto: Ascom/MP-AL).

O Ministério Público de Alagoas (MP-AL) deflagrou na manhã desta quarta-feira (2) a operação “Gambito da rainha”, que busca por fim a um grupo suspeito de desviar mais de R$30 milhões dos cofres públicos no estado.

No total, foram expedidos 3 mandados de prisão preventiva e 5 temporária, além de 30 mandados de busca e apreensão concedidos pela 17ª Vara Criminal da capital.

Um dos mandados foi cumprido em Pernambuco porque um dos alvos viajou para o estado vizinho. Os demais alvos foram em Alagoas.

Entre os presos estão empresários e contadores, todos acusados de falsidade ideológica, fraudes societárias, falsificação de documentos públicos e privados, lavagem de bens e corrupção de agentes públicos. Dois auditores-fiscais estão envolvidos na organização criminosa e já foram afastados do cargo.

De acordo com o MP, foi decretado, judicialmente, o bloqueio de bens imóveis e móveis dos acusados. A organização criminosa, que operava somente em Alagoas, era integrada por empresários, “testas-de-ferro”, “laranjas”, contadores e auditores-fiscais.

Gambito da rainha

O nome da operação é uma alusão a abertura que o enxadrista faz com o propósito de sacrificar o peão da rainha para obter vantagem e ganhar o jogo.

A operação é comandada pelos promotores de Justiça Cyro Blatter, coordenador do Grupo de Atuação Especial em Sonegação Fiscal e Lavagem de Bens (Gaesf), do Ministério Público de Alagoas, Marília Cerqueira e Anderson Cláudio de Almeida e por integrantes da Secretaria de Estado da Fazenda, Procuradoria-Geral do Estado, Polícia Civil e Polícia Militar de Alagoas.

Participam da operação a Polícia Militar, Radiopatrulha, Batalhão de Operações especiais (Bope), Batalhão de Polícia e Trânsito (BPTran) e Batalhão de Polícia Escolar. Já pela Polícia Civil, a Asfixia, Operação Litorânea (Oplit), Tigre e, além de membros da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) e da Delegacia-Geral.

Buscas foram feitas nos imóveis apontados pelo Ministério Público. (Foto: Ascom/MP-AL).

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