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28 de fevereiro de 2024

Município de Maceió registra aumento de 143% nos casos de covid-19 na última semana

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O Boletim semanal do Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Igdema) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) mostrou que durante a semana epidemiológica de 15 a 21 de agosto, o município de Maceió registrou um crescimento de 143,10% nos casos confirmados de Covid-19, em comparação com a semana anterior.

Segundo o boletim, foram 342 novos registros entre as duas semanas. Na segunda semana de agosto, foram contabilizados 239 casos enquanto que na terceira semana o quantitativo foi de 581 pessoas infectadas. No mês, são 1.673 registros.

Entretanto, apesar do crescimento, não é possível considerar que a doença esteja fora de controle pois, nos 21 dias deste mês, os números estão crescendo em um ritmo cerca de 50% mais lento do que o mesmo período do mês passado. Assim, foram 3.112 casos em julho contra 1.530 em agosto.

O mapa de evolução dos casos, que compara as médias móveis entre as últimas duas semanas aponta que 48% (24/50) dos bairros de Maceió apresentaram crescimento no quantitativo de pessoas portando a doença.

Ainda segundo o mapa, 22 bairros apresentaram estabilidade, enquanto apenas quatro houve redução nos casos (Tabuleiro do Martins, Ponta Verde, Canaã e Poço).

Quanto à criticidade dos bairros, leva em consideração a frequência dos casos da doença em crescimento nas últimas oito semanas, 72% deles estão dentro do espectro que varia de Baixíssima Criticidade a Moderadamente Baixa.

Isto corresponde a 36 dos 50 bairros que registraram crescimento em até três das últimas oito semanas. Nos sete primeiros dias do mês de agosto a quantidade de bairros nestas mesmas faixas de criticidade era de 45, o que representava 90% dos bairros.

Porém, de acordo com o mapa, o bairro do Vergel do Lago chama atenção porque apresenta o grau de criticidade Moderadamente Alta.

Os bairros do Centro, Jatiúca e Barro Duro são os que se enquadram na faixa Média de Criticidade, com alta nos casos da doença em quatro de oito semanas.

Fonte: Cada Minuto
Foto: Reprodução

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