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28 de abril de 2026

Hospital da Mulher em Maceió orienta gestantes e puérperas sobre importância da amamentação exclusiva

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A amamentação deve ser exclusiva pelo menos nos seis primeiros meses de vida do bebê.

 O leite materno é o completo e mais importante alimento oferecido aos bebês ainda nas primeiras horas de vida. Ele protege os pequenos de infecções e garante um saudável crescimento, pois possui todos os nutrientes e defesas que precisam até o sexto mês de vida, sem a necessidade de água, chás e sucos. Diante da sua relevância, as gestantes e puérperas assistidas no Hospital da Mulher (HM), situado em Maceió, recebem toda orientação, incentivo e suporte da equipe multidisciplinar antes, durante e após o nascimento do bebê.

A medida é adotada porque, em algumas ocasiões, as mães podem apresentar dificuldades e muitas vezes um desconforto no momento da amamentação, principalmente nas primeiras horas após o parto, segundo ressalta a médica obstetra do HM, Andréia Almeida. Por esta razão, é fundamental a orientação profissional para as mamães, principalmente no caso do primeiro filho.

“É o leite materno que previne alergia, fortalece a imunidade, porque tem células de defesa para as crianças, diminui risco de infecções, além de auxiliar na fala, deglutição e dentição, porque mamando o bebê fortalece o músculo da face e da língua. Também é comprovado que a criança que mama tem um maior coeficiente intelectual e, segundo estudos, mostram que bebês amamentados até 2 anos ou mais têm menor risco de hipertensão, obesidade e diabetes tipo 2 na vida adulta”, informa a médica obstetra do HM.

Andréia Almeida também destaca que o Ministério da Saúde (MS) recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais. “A partir do sexto mês de vida, a criança deve continuar recebendo o leite materno e iniciar a introdução alimentar, orientada pelo pediatra ou nutricionista”, orienta a especialista.

O Hospital da Mulher também facilita o contato pele a pele na primeira hora de vida do bebê. “Incentivamos a amamentação sob livre demanda, ou seja, quando o bebê chora e a mãe identifica que é fome, o bebê é colocado no seio, quantas vezes forem necessárias. Trabalhamos com o alojamento conjunto, que permite que mãe e bebê fiquem próximos e, caso a mãe precise se afastar do bebê por algum motivo, nós também orientamos como ela vai proceder para que não haja prejuízo no aleitamento, devido ao distanciamento”, explica Andréia Almeida.

A unidade hospitalar conta com a Sala de Apoio à Amamentação, um espaço exclusivo dedicado ao aleitamento materno. Com uma estrutura completa e profissionais qualificados para tirar dúvidas e auxiliar neste processo de amamentação, as mamães são acolhidas, com todo conforto e liberdade para alimentar e nutrir o seu filho.

“À beira-leito e na Sala de Apoio à Amamentação, a equipe multiprofissional avaliará se o bebê está pegando o seio corretamente. Também temos uma escuta efetiva com as gestantes e puérperas, para que elas se sintam à vontade para tirar as dúvidas e entendermos as dificuldades para que possamos esclarecer e fortalecer o aleitamento materno”, sentencia.

Fonte: Redação IO
Ascom Sesau
Joyce Marques
Fotos: Reprodução

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