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20 de agosto de 2026

Mulher incendeia loja da Vivo e tenta invadir sala onde funcionárias se esconderam em MG

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Ataque ocorreu no Centro de Lambari; equipamentos foram destruídos e a possível motivação envolvendo um ex-companheiro ainda não foi confirmada oficialmente

Uma mulher ateou fogo em equipamentos e ameaçou funcionárias dentro de uma loja da Vivo, no Centro de Lambari, no Sul de Minas Gerais, na manhã desta quinta-feira, dia 20 de agosto. A ação foi registrada pelas câmeras de segurança do estabelecimento.

As imagens mostram quatro trabalhadoras sentadas na área de atendimento quando a mulher entra no local. Em determinado momento, ela acende um fósforo e o joga sobre uma das mesas, dando início às chamas.

As funcionárias levantam-se imediatamente e correm para escapar. Três conseguem entrar em uma sala na parte interna da loja e trancam a porta. Outra trabalhadora deixa o estabelecimento e busca ajuda na rua.

Mulher tentou chegar até as funcionárias

Depois de provocar o primeiro foco de incêndio, a mulher retira da roupa um objeto semelhante a uma barra de ferro e avança na direção das trabalhadoras.

Sem conseguir abrir a porta da sala onde três funcionárias estavam escondidas, ela desfere golpes contra a estrutura. A porta ficou danificada e com um buraco, mas a mulher não conseguiu entrar no espaço.

Ainda durante o ataque, a suspeita derruba objetos, acende outro fósforo e atinge computadores instalados nas mesas de atendimento. Pelo menos um equipamento foi destruído. Parte do mobiliário também ficou queimada.

As imagens mostram que a mulher permanece no estabelecimento por alguns instantes, aparentemente discutindo com as trabalhadoras, antes de deixar o local.

Incêndio foi controlado com extintor

Um funcionário de um estabelecimento vizinho percebeu a movimentação e entrou na loja para ajudar. Ele encontrou um extintor e conseguiu controlar as chamas antes que o fogo se espalhasse por todo o imóvel.

Depois que a situação foi controlada, as funcionárias deixaram a sala onde haviam se protegido. O gerente da unidade, que mora em Varginha, foi chamado para acompanhar a avaliação dos danos e auxiliar na organização do estabelecimento.

Uma garrafa com um líquido que pode ter sido utilizado para iniciar o incêndio teria sido encontrada do lado de fora da loja. A composição da substância, no entanto, ainda não havia sido confirmada pelas autoridades.

Possível motivação amorosa não foi confirmada

Informações preliminares divulgadas após o ataque apontam que a mulher teria agido por causa de um suposto relacionamento entre uma das funcionárias e seu ex-companheiro.

Essa versão ainda não havia sido confirmada oficialmente pela Polícia Militar ou pela Polícia Civil até a última atualização. A motivação, a identidade da suspeita e as circunstâncias anteriores ao ataque continuam sendo apuradas.

Também não havia confirmação oficial sobre a prisão da mulher ou registro de pessoas feridas. Um boletim de ocorrência estava sendo elaborado para formalizar o caso e dar prosseguimento às investigações.

A operadora Vivo foi procurada pela imprensa para comentar o ataque e os prejuízos provocados no estabelecimento, mas ainda não havia divulgado posicionamento.

A matéria poderá ser atualizada assim que novas informações forem apresentadas pelas autoridades.

Redação IO
Imagem: Reprodução

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